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| Alline Calandrini, Isabelly Morais e Renata Mendonça comandaram a transmissão de São Paulo x Grêmio (Reprodução / Instagram) |
⚡ DESTAQUES
- São Paulo x Grêmio registra 9,4 pontos em SP e fica 11% abaixo da média habitual do Caldeirão com Mion.
- Concorrência se beneficia da mudança na grade: streaming soma 19 pontos e Record cresce 47% na faixa.
- Globo reafirma aposta na modalidade de olho no faturamento bilionário da Copa do Mundo Feminina de 2027.
O Brasileirão Feminino vem registrando audiência abaixo das expectativas na Globo e, ao mesmo tempo, ajudando a impulsionar a concorrência. Segundo dados do Kantar Ibope obtidos pelo site TV Pop, a transmissão de São Paulo x Grêmio marcou 9,39 pontos de média na Grande São Paulo na tarde do último sábado (5)
Exibida entre 16h21 e 18h32, a partida alcançou ainda pico de 13,60 pontos e participação de 18,25% dos televisores ligados.
O resultado foi 11% inferior à média das quatro últimas edições do Caldeirão com Mion exibidas nessa faixa. O programa de auditório teve seu horário alterado para viabilizar a transmissão das partidas decisivas do campeonato.
Durante o jogo, os serviços de streaming registraram 19,01 pontos, mais que o dobro da audiência da Globo. Mesmo assim, a emissora liderou entre os canais de TV aberta, com a Record aparecendo em segundo lugar, com 6,23 pontos.
A emissora paulista se beneficiou com o futebol feminino na Globo e teve um crescimento expressivo em relação aos sábados anteriores. Com a exibição do Cine Aventura e do Cidade Alerta, a Record registrou aumento de 47% na comparação com a média dos quatro sábados anteriores à presença do Brasileirão Feminino na faixa.
Apesar do desempenho inferior ao da programação habitual, a Globo não demonstra intenção de reduzir o espaço destinado ao futebol feminino. Renato Ribeiro, diretor de Esportes da Globo, classificou como “burros e misóginos” os telespectadores que não gostam dos jogos do gênero, indicando que a modalidade continuará sendo tratada como prioridade pelo canal.
Além disso, a emissora investiu alto nos direitos da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil, e espera faturar mais de R$ 1 bilhão em cotas de patrocínio. Diferentemente do Mundial masculino de 2026, a Globo terá os direitos de todas as partidas da competição e vai alterar toda a sua programação habitual durante o torneio.
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