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Mídia Esporte Entrevista: Gustavo Zupak

A entrevista de hoje no "Mídia Esporte Entrevista" será com o repórter esportivo da Rádio Globo AM de São Paulo, Gustavo Zupak. Nesse bate-papo conversamos sobre a sua história na Rádio Transamérica com Éder Luiz e a sua chegada à Rádio Globo/CBN. Aproveitem a entrevista, pois será a última de 2009. Um boa leitura para todos!

Mídia Esporte: Para começar, fale-nos sobre o início sua carreira de repórter esportivo, fazendo um rápido resumo da mesma e dos veículos você passou antes da Rádio Globo/SP?
Gustavo Zupak: Eu comecei na revista Tennis View, como estagiário, em 2003. Depois passei pela Rádio Atual em 2004, como produtor e comecei a brincar de ser repórter, na equipe comandada pelo Octávio Muniz e tive como grande parceiro á epoca, Alexandre Silvestre, hoje na TV Gazeta. Em 2005 fiquei parado e 2006 trabalhei alguns meses como repórter da TV Corinthians, que ia ao ar no Canal 21. Em 2007 novamente fiquei parado até Setembro, quando fiz um trabalho para o Brunoro e na sequência fui contratado pela Transamérica. Em Agosto de 2009 me desliguei de lá para assinar com a Rádio Globo.

ME: Em quais profissionais da imprensa esportiva da tv ou do rádio você tem como referência?
GZ: Sempre gostei bastante do Paulo Calçade. Sempre foi uma referência e uma boa fonte de conhecimento sobre a profissão. É um cara que sempre me apoiou. No rádio admiro muito José Calil, embora ele esteja fora do microfone, atuando como Secretário de Esportes de Barueri. E agora que estou trabalhando com Osvaldo Pascoal, tenho prestado muita atenção em cada comentário, cada dica. É outro nome que deve ser ressaltado.

ME: Quando e como você decidiu que seria um jornalista esportivo? Era isso realmente o que queria ser?
GZ: Decidi ser jornalista esportivo quando percebi que como jogador não teria a menor chance. Queria estar no meio de alguma forma e comecei a prestar atenção naqueles que falavam sobre futebol. Me encantei e aos 14 anos decidi que trabalharia com isso. Mas não foi fácil chegar até aqui.

ME: Seu primeiro grande trabalho foi na Rádio Transamérica de São Paulo. Como e quando você chegou à emissora?
GZ: Cheguei na Transamérica pela pior porta possível. Vim para substituir Mario Balla, produtor e repórter que faleceu em 2007. Abriu-se uma vaga e o apresentador Thomaz Rafael me indicou. Outros profissionais indicaram outros nomes. Todos gravaram pilotos e eu fui chamado uma semana depois.

ME: Desde o mês de setembro, você trabalha na Rádio Globo/CBN de São Paulo. Como foi que surgiu o convite?
GZ: O convite para trabalhar na Globo foi uma surpresa e uma enorme satisfação. O excelente repórter - e meu grande amigo - Felipe Rocha estava de mudança para a Europa e precisavam de alguém para o lugar. Meu nome foi cogitado e começamos a conversar. Daí para o acerto não demorou muito.

ME: Li no seu blog na época da sua ida para a Globo que você teve muits referências profissionais na Transamérica. O que te fez sair de lá foi o fator financeiro ou a projeção profissional?

GZ: Não saí por dinheiro. Poderia ter ficado ganhando o mesmo que a Globo ofereceu. Resolvi sair pelo desafio. A Transamérica e a Globo tem propostas diferentes. A primeira mais descontraída, mais leve. A segunda mais tradicional, mais informativa. Eu ja tinha aprendido a fazer o estilo "Transamérica". Estava tentado a aprender o outro estilo, a desenvolver novas habilidades e a recomeçar do zero em uma casa com a retaguarda da Globo. Foi por essa desafio que resolvi trocar de emissora. Fico feliz que o Eder Luiz, chefe da equipe da Transamérica, me entendeu perfeitamente.

ME: Como é a sua atual jornada de trabalho na Rádio Globo/CBN? Com o final do Brasileirão, a frequência dela é menor?

GZ: Minha jornada na Globo é puxada. Ao menos 7 horas diárias, com boas possibilidades de se extender. Agora com o fim de Brasileiro ela segue a mesma, porque a programação não muda. Por outro lado, as noticias diminuem, o que aumenta o trabalho de cada repórter, em buscar novas informações, e se virar para fechar todo o material.

ME: Você é formado em jornalismo? Se for positivo, qual a sua opinião sobre a polêmica da não obrigação do diploma na profissão?
GZ: Acho que para alguns cargos é indispensável a obrigatoriedade do diploma. Para ser repórter, o cara tem que ser jornalista. Não pelo conteúdo aprendido em faculdade, mas pela responsabilidade de passar uma noticia, seja num microfone, seja em uma folha de jornal. O cara, para assinar uma matéria, para cravar uma noticia, tem que ter a responsabilidade profissional que o diploma proporciona.

ME: Ano que vem terá Copa do Mundo. Você irá para a África do Sul cobrir o evento?
GZ: Não. Cobrirei daqui.

ME: Quais são os seus projetos para o futuro? Tem ainda algum grande sonho profissional que não se realizou?
GZ: Tenho vontade de escrever matérias para revistas e também de trabalhar em televisão. Mas nada me encanta mais do que o rádio. Se puder unir os três desejos, ótimo!

ME: Nos dê a sua opinião sobre a atuação dos clubes paulistas no Campeonato Braisleiro desse ano. E o Flamengo mereceu o título pelos seguidos fracassos do Palmeiras e do São Paulo?
GZ: O Flamengo mereceu porque cresceu na hora certa. Diferente dos rivais, que sucumbiram e se ajoelharam diante das próprias falhas. O Palmeiras foi a grande decepção do ano.

ME: Para você, quem foi o melhor jogador do Brasileirão de 2009 e quem foi o melhor do mundo no ano?

GZ: Melhor jogador do BR09 foi Adriano. Melhor do mundo é o Messi.

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