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Equipe da Globo sofre com calor na cabine do Maracanã na final do Carioca

Sistema de ar-condicionado apresentou problemas e situação só foi resolvida na metade do primeiro tempo

Júnior (e), Luis Roberto (c) e Juninho participam de transmissão no Maracanã (Foto: Reprodução/TV)

O Maracanã estava fechado há quase cinco meses para a realização de partidas de futebol e reabriu no último domingo (1º). Porém, o estádio apresentou alguns problemas na operação do jogo entre Vasco e Botafogo. Até mesmo a equipe da Rede Globo acabou prejudicada na primeira partida da decisão do Campeonato Carioca.

Segundo o portal UOL, o sistema de ar-condicionado das modernas cabines de transmissão apresentou problemas e fez a equipe da emissora sofrer com o calor no local fechado. Acostumados a chegar cedo ao local, o narrador Luis Roberto e os comentaristas Juninho Pernambucano, Júnior e Arnaldo Cezar Coelho tiveram problemas durante um bom tempo até que a situação fosse parcialmente resolvida.

Tão logo os primeiros técnicos da Globo chegaram, o problema foi informado. A empresa responsável pela manutenção do sistema de ar do local, então, detectou um problema na placa de ventilação e disse que dificilmente aquilo seria consertado rapidamente. O jeito foi correr para a rua em busca de equipamentos portáteis de ar-condicionado.

Foi então que a Binário, empresa contratada pela Ferj para realizar a operação do jogo, enviou dois funcionários a uma loja de eletrodomésticos atrás dos aparelhos. Enquanto Luis Roberto e sua equipe sofriam com o calor antes da transmissão, os responsáveis compravam dois aparelhos de aproximadamente R$ 3 mil cada para diminuir a temperatura no local.

Quando a bola rolou, a equipe da Globo ainda passava calor na cabine. A situação só foi resolvida na metade do primeiro tempo, quando os aparelhos chegaram e foram ligados.

De acordo com os responsáveis pela operação do Maracanã, o sistema de ar-condicionado já foi consertado e estará funcionando normalmente no próximo domingo (8), na segunda partida da final do Carioca. Mesmo inativo há muitos meses, ele havia sido testado na véspera do primeiro jogo e não apresentara problemas.

O custo total da operação – pouco menos de R$ 6 mil – não foi incluído no borderô entre as despesas gerais. A Binário discute com a empresa responsável pela manutenção do equipamento quem ficará com esta conta.

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