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Esporte Interativo oferece ao Coritiba R$ 10 milhões pelos direitos de TV paga do Brasileirão

O valor proposto pelo canal esportivo da Turner é 10 vezes maior que o R$ 1 milhão atual pago anualmente pela Globo

O valor proposto pelo canal esportivo da Turner é 10 vezes maior que o R$ 1 milhão atual pago anualmente pela Globo



De olho em um potencial aumento de dez vezes nos valores que recebe atualmente pela transmissão de seus jogos em televisão fechada, o Coritiba acenou positivamente para o interesse do canal Esporte Interativo em brigar pelos direitos do Campeonato Brasileiro de 2019 e 2020.

O Coxa foi um dos sete clubes que participaram recentemente de uma reunião que marcou o interesse definitivo do grupo Turner na transmissão dos jogos do Brasileirão.

Uma nova reunião acontece nesta terça-feira (6) para a formalização das propostas rascunhadas no primeiro encontro. Os direitos de transmissão pela televisão, tanto aberta quanto fechada, hoje pertencem à Rede Globo até 2018 e podem ser negociados separadamente. Alguns clubes, como São Paulo e Corinthians, inclusive, já teriam renovado com a Globo.

“Foi uma reunião bem preliminar. Nos perguntaram se tínhamos interesse em vender para eles a parte da TV fechada. Dissemos que teríamos interesse em vender qualquer participação, desde que a oferta seja melhor do que a que temos atualmente”, comentou o vice-presidente do Coritiba, Alceni Guerra.

Hoje, o Coritiba recebe aproximadamente R$ 1 milhão pelas transmissões em canais fechados, o que segundo Alceni corresponderia a 3% do total [R$ 35 milhões]. “Ficamos interessados, pois eles propõem um aumento de dez vezes no valor que recebemos. Pareceu bastante interessante, mas queremos algo concreto. Já temos uma conversa prévia com a Rede Globo”, explicou o representante do Alviverde.

Atlético

O Atlético também foi chamado para ouvir a proposta do Esporte Interativo. Por intermédio da assessoria de imprensa do clube o presidente Luiz Sallim Emed afirmou que é cedo para emitir qualquer opinião, mas que a decisão deverá ser coletiva para o bem do futebol brasileiro.

“Vamos definir tudo em conjunto. Individualmente não podemos adiantar nada, pois são indispensáveis ações coletivas. Devemos considerar o que será melhor para o futebol brasileiro e nada de curto prazo. Pôr fim ao individualismo”, disse.

Fonte: Gazeta do Povo
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