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Esporte Interativo deu suporte para transmissão do Atletiba no YouTube cancelada pela FPF

Atlético-PR e Coritiba tiveram o apoio do canal, que ofereceu material humano para a transmissão do clássico

Reprodução/Youtube
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O clássico Atletiba do último domingo (19) ficou marcado pelo cancelamento por ordem da Federação Paranaense de Futebol (FPF) por conta da transmissão da partida pelo YouTube. E um fator em especial teria acirrado ainda mais o conflito entre a federação e os clubes.

Segundo informações do portal UOL, Atlético-PR e Coritiba tiveram o apoio do Esporte Interativo, com o qual os dois clubes têm contrato de direitos do Campeonato Brasileiro a partir de 2019. O canal ofereceu suporte de material humano para a transmissão do Atletiba na internet.

Com pequenas mudanças, a equipe de transmissão estava definida com dois ídolos dos clubes – o meia Ademir Alcântara, do Coxa e o zagueiro Gustavo, do Furacão -, as duas repórteres das TVs dos clubes e um narrador local freelancer, contratado para o serviço. Então entrou o Esporte Interativo e a equipe foi novamente refeita.

Oficialmente, porém, a posição do canal é que os profissionais pediram licença e foram liberados. "A transmissão não era nossa. A transmissão é de quem exibe, ou seja, dos clubes. Alguns dos nossos profissionais que estavam lá, pediram autorização para fazer um frila e foram liberados", afirmou a assessoria do Esporte Interativo.

Até então, a FPF não havia se manifestado sobre nenhum aspecto, nem mesmo as determinações de imprensa divulgadas pelo Atlético, que restringiam o acesso de outras emissoras para a captação de imagens. Apenas às 17h de domingo, com times em campo e estádio com presença de quase 20 mil pessoas, é que a FPF se manifestou.

Através do árbitro central, Paulo Roberto Alves Junior, a ordem foi de que não se iniciasse a partida. O presidente da FPF, Hélio Cury, alegou que "Deveria ser feito um credenciamento 48 horas antes da partida. O nosso posicionamento está bem claro: está proibido".

Cury bate na tecla do credenciamento, mas os clubes acreditam que o problema foi os direitos de transmissão do Estadual, negociados – mesmo sem a dupla Atletiba – com a RPC TV (afiliada da TV Globo). O Capítulo V, das Disposições Financeiras, em seu Artigo 17, diz que "Os CLUBES devem respeitar o contrato de cessão dos direitos de transmissão do CAMPEONATO, em caráter de exclusividade, facilitando por todos os meios disponíveis o trabalho de instalação e utilização dos necessários equipamentos de captação e transmissão audiovisual de todas as partidas."

"Não há nenhuma certeza do que houve de fato. A posição da justiça desportiva é de analisar o que aconteceu, o mais rápido possível, amanhã (segunda, 20) quem sabe. Através da súmula, que é o documento oficial, mas que pode ser constituída por outros meios de prova. Tivemos vários meios de ver o que aconteceu", disse em entrevista à Rádio Transamérica o Presidente do TJD-PR, Leandro Souza Rosa, que garantiu que tem liberdade total para punir os clubes, o árbitro ou mesmo a Federação.

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