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Globo e Esporte Interativo estarão na disputa pelos direitos dos jogos da seleção

Valor e formato do leilão foram definidos pela CBF na última sexta-feira (1º)

Imagem: Reprodução

A CBF divulgou na última sexta-feira (1º) qual será o formato da concorrência para os direitos de televisão da seleção brasileira. A entidade vai 37 jogos do time nacional em um pacote que englobará todos os direitos de TV Aberta, TV Fechada e pay-per-view juntos. O valor mínimo é de R$ 465 milhões.

De acordo com o blog de Rodrigo Mattos, o modelo anunciado pela CBF e pela Synergy, empresa contratada pela entidade, dá força à Globo que detém todas essas mídias. Mas optou-se por essa fórmula justamente porque houve sinalização, em consultas, de que a Turner, dona do Esporte Interativo, entraria forte na concorrência.

Internamente, diretores da CBF queriam dividir os direitos para incentivar a concorrência na TV fechada porque há a consciência de que a Globo é favorita pelo maior poder financeiro. Entretanto, Patrick Murphy, da Synergy, argumentou que separar TVs aberta e fechada iria desvalorizar ambas pela perda de exclusividade.

Com o formato de negociação definido, o Esporte Interativo agora se prepara para montar um modelo de negócios em conjunto com outra emissora aberta. A principal possibilidade é a Turner fazer proposta sozinha e depois sublicenciar para outra rede que poderia pagar uma fatia do total. Outra alternativa é já fechar parceria com uma TV aberta e fazer uma proposta conjunta.

Já a Globo vai estudar o modelo implantado pela CBF antes de estabelecer uma estratégia. A emissora poderia fechar uma parceria com o Fox Sports, com quem divide Libertadores, Copa do Brasil e Copa do Mundo. No entanto, a emissora carioca considera a seleção estratégica e portanto entende como uma concorrência que tem de ser vencida. Ou seja, a Globo quer a exclusividade dos jogos.

Cada jogo terá o valor mínimo de US$ 3,5 milhões para TV aberta e fechada, mais digital. E outros US$ 500 mil foram estabelecidos para direitos digitais não exclusivos. Se a Globo quiser tudo como antes, terá de pagar US$ 4 milhões por jogo no mínimo, o dobro do que pagava no contrato anterior. Desde o início do ano, os amistosos estão sem detentores de direitos.

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